Anti-hipertensivo desenvolvido na UFMG obtém patente na China

Sistema de liberação controlada

Um medicamento anti-hipertensivo com sistema de liberação controlada, desenvolvido na UFMG, é a primeira patente da Universidade na China. Há também pedidos de proteção em análise na Coréia, nos Estados Unidos, Europa, Índia, Japão e México.

Trata-se de um anti-hipertensivo formulado a partir do peptídeo angiotensina (1-7). A metodologia patenteada diminui a velocidade de absorção do medicamento no organismo e aumenta a sua eficácia. Considerada a grande responsável por doenças coronarianas, cerebrais e vasculares renais, a hipertensão é a principal causa de morte e incapacidade entre adultos. Na maioria dos países, de 15% a 25% da população adulta sofrem de pressão arterial elevada.

Patente na China

A tecnologia foi desenvolvida pelos professores Rubén Dario Sinisterra, Frédéric Jean Georges Frezard e Robson Augusto Souza dos Santos e por Ana Paula Nadu. A patente foi depositada no Instituto Nacional da Propriedade Intelectual em 2001 e, em 2002, no PCT (Patent Cooperation Treaty).

A Coordenadoria de Transferência e Inovação Tecnológica (CTIT) da UFMG está recebendo propostas de empresas interessadas no licenciamento dessa tecnologia.

Há cerca de 250 patentes brasileiras depositadas na China. Além da que foi concedida, a UFMG possui mais uma em análise, na mesma área de pesquisas.


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