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25/04/2012

Cientista diz ter confirmado existência do Ponto G

Redação do Diário da Saúde

Encontrado o ponto G

cientistas que dizem o ponto G existe, mas há também cientistas que dizem que o ponto G não existe.

Ocorre que, durante séculos, as mulheres têm relatado um intumescimento da parte anterior da vagina durante a fase de excitação sexual.

E isso tem gerado, também entre os cientistas, uma busca sem tréguas pelo famoso ponto G.

O Dr. Adam Ostrzenski, do Instituto de Ginecologia de São Petersburgo, na Flórida, afirma tê-lo finalmente encontrado.

Mapa do Ponto G

O ginecologista afirma ter comprovado a existência anatômica do ponto G fazendo uma dissecção camada por camada da parede vaginal de um cadáver de 83 anos de idade.

Segundo ele, a dissecção comprovou a existência do ponto G, descrita como uma estrutura vesicular localizada na membrana perineal dorsal, 16,5 milímetros (mm) a partir da parte superior do meato urinário, criando um ângulo de 35 graus com a borda lateral da uretra.

As medições do ponto G apresentadas pelo cientista são bem precisas: com 3 regiões distintas, o ponto G teria 8,1 mm de comprimento, 0,4 mm de altura, e uma largura que varia de 1,5 mm a 3,6 mm.

Depois de removida toda a estrutura, com os tecidos adjacentes da margem, o ponto G mede 8,1 por 33 mm.

Função sexual feminina

"Este estudo confirmou a existência anatômica do ponto G, o que pode levar a um melhor entendimento e melhora da função sexual feminina," conclui Ostrzenski.

A pesquisa foi publicada hoje no The Journal of Sexual Medicine.


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