Estereótipo da loira burra está errado, comprova estudo

Estereótipo da loira burra está errado, comprova estudo
"Este estudo fornece evidências convincentes de que não deve haver qualquer discriminação contra as loiras com base em sua inteligência."
[Imagem: Universidade do Estado de Ohio]

Piada sem graça

O estereótipo da "loira burra" está simplesmente errado, garantem cientistas.

Uma pesquisa entre 10.878 norte-americanos revelou que as mulheres brancas que disseram que a cor natural do seu cabelo era loira apresentaram um QI médio que varia apenas 3 pontos do QI médio das morenas e das mulheres de pele clara com cabelo vermelho ou preto.

Embora as piadas sobre loiras possam parecer inofensivas para alguns, na verdade elas podem ter implicações no mundo real.

"Pesquisas mostram que os estereótipos frequentemente têm um impacto sobre a contratação para um emprego, promoções e outras experiências sociais," afirma Jay Zagorsky, autor do estudo e pesquisador da Universidade do Estado de Ohio (EUA).

"Este estudo fornece evidências convincentes de que não deve haver qualquer discriminação contra as loiras com base em sua inteligência," adicionou.

QI das loiras

O estudo mostrou que o QI médio das loiras foi na verdade ligeiramente maior do que o QI das mulheres com outras cores de cabelo, mas o dado não é estatisticamente significativo, disse Zagorsky.

"Eu não acho que você possa dizer com certeza que loiras são mais inteligentes do que as outras, mas você definitivamente não pode dizer que elas sejam mais burras," comparou.

Os resultados para os homens brancos loiros foram semelhantes - eles também têm QIs mais ou menos iguais aos homens com outras cores de cabelo.

O estudo foi publicado na revista Bulletin Economics.


Ver mais notícias sobre os temas:

Preconceitos

Educação

Sentimentos

Ver todos os temas >>   


  

A informação disponível neste site é estritamente jornalística, não substituindo o parecer médico profissional. Sempre consulte o seu médico sobre qualquer assunto relativo à sua saúde e aos seus tratamentos e medicamentos.
Copyright 2006-2016 www.diariodasaude.com.br. Conteúdo publicado sob licença de www.sciencetolife.com. Todos os direitos reservados para os respectivos detentores das marcas. Reprodução proibida.