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19/06/2012

Pâncreas virtual torna celular parceiro de pacientes de diabetes

Redação do Diário da Saúde

Pâncreas virtual

Talvez seja um exagero chamá-lo de "pâncreas artificial", mas um novo programa promete facilitar a vida dos portadores de diabetes tipo 1.

Pesquisadores da Universidade da Virgínia (EUA) criaram um aplicativo que transforma um smartphone em um dispositivo para monitorar uma bomba de insulina e a taxa de glicose no organismo.

O objetivo é automatizar grande parte do trabalho de monitoramento e de manutenção dos níveis de açúcar no sangue, que hoje deve ser realizado pelos pacientes.

Por isso, talvez fosse melhor chamá-lo de "pâncreas virtual".

Pâncreas virtual torna celular parceiro de pacientes de diabetes
Os pesquisadores chamam seu sistema baseado em um smartphone de "pâncreas artificial". [Imagem: UVA]

Menos picadas

Justin Wood, o primeiro paciente a participar do estudo ambulatorial do aparelho elogiou sobretudo a "interface de operação limpa e muito rápida".

Na hora das refeições, ele precisa digitar o que comeu, para ajudar a equilibrar o açúcar no sangue mais rapidamente.

"O dispositivo automatiza um monte de rastreamento e monitoramento que faço agora," disse ele.

Mas o maior ganho veio na redução do número de vezes que ele precisou espetar seu dedo para fazer testes de açúcar no sangue - de 3 a 5 espetadas, ele passou a não mais do que 2 por dia.

Internacionalização

Para Boris Kovatchev, pesquisador responsável pelo teste, a avaliação ambulatorial foi um passo significativo em relação aos ensaios anteriores com pacientes internados.

Agora o sistema será avaliado em uma etapa mais ampla, abrangendo pacientes dos EUA, França anda Itália, que deverá durar até 2013.


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