Ver:

 Temas
 Enfermidades





RSS Diário da Saúde

Twitter do Diário da Saúde

16/08/2012

Risco cardíaco é menor para pessoa com sangue tipo O

Com informações da BBC

Tipo sanguíneo

Pessoas que têm o sangue do tipo O são menos suscetíveis a problemas cardíacos do que quem possui sangue A, B, e AB.

A conclusão é de um estudo realizado por cientistas da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard, e publicado na revista especializada American Heart Association Journal.

As pessoas com o tipo sanguíneo mais raro, o AB, seriam as mais vulneráveis a doenças do coração.

Para estas pessoas, a probabilidade de sofrer com doenças cardíacas é 23% maior do que para as pessoas com o tipo sanguíneo O.

A pesquisa também concluiu que, para pessoas com sangue do tipo B, o risco de doenças cardíacas aumenta em 11% e, para pessoas com sangue tipo A, o aumento seria de 5%.

Razões desconhecidas

As conclusões são baseadas em dois grandes estudos realizados nos Estados Unidos, um envolvendo 62.073 mulheres e outro, 27.428 pessoas adultas. Eles tinham entre 30 e 75 anos e foram acompanhados durante 20 anos.

Como a etnia das pessoas estudadas era predominantemente caucasiana, os pesquisadores afirmam que ainda não foi esclarecido se as descobertas podem ser aplicadas para outros grupos étnicos.

Os pesquisadores não sabem a razão deste aumento de probabilidades, ou seja o estudo não analisou as razões dos diferentes riscos para os diferentes tipos sanguíneos.

"O tipo sanguíneo é algo muito complicado, então podem existir múltiplos mecanismos influenciando (estas diferenças)", disse Lu Qi, que liderou o estudo.

A equipe pretende agora analisar como pessoas dos diferentes grupos sanguíneos reagem a um estilo de vida mais saudável.


Ver mais notícias sobre os temas:

Coração

Sistema Circulatório

Prevenção

Ver todos os temas

Mais lidas na semana:

O que é melhor: Meditação ou Férias?

Os muitos mitos sobre as Dores nas Costas

Carne e barbatana de tubarão contêm altos níveis de neurotoxinas

Dor de cabeça: Conheça aquelas que exigem tratamento

Medicamento desenvolvido no Brasil combate origem da hipertensão