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06/07/2014

Risco de ebola no Brasil é pequeno, diz Ministério

Com informações da BBC

O Ministério da Saúde disse estar acompanhando os desdobramentos da epidemia de ebola que assola o oeste da África.

Segundo o órgão, o Brasil está seguindo orientações da OMS para não adotar estratégias específicas em relação à doença.

"Segundo avaliação da OMS, o risco de disseminação da doença é considerado alto nos países fronteiriços, moderado no restante do continente africano e baixo no restante do mundo", diz a nota do ministério.

"O ebola é transmitido pelo contato direto com sangue, secreções, órgãos e outros fluidos corporais de pessoas ou animais infectados, por isso, a transmissão para outros continentes não é provável e a OMS não recomenda quaisquer medidas que restrinjam o comércio ou o fluxo de pessoas com os países afetados."

O Ministério da Saúde informou ainda que, caso a OMS mude sua recomendação, já existe um plano de contingência que pode ser colocado em prática.

A OMS que não recomenda nenhuma restrição a viagens por causa do surto de ebola. Segundo o órgão, o risco para turistas, mesmo aqueles visitando regiões infectadas, é baixo.

"Há uma possibilidade de que uma pessoa com ebola embarque em um avião ou outro meio de transporte sem informar a companhia de sua situação. Apesar de o risco para os que viajam ao seu lado ser muito baixo, é recomendável que se faça a identificação e uma análise dessas pessoas," diz a OMS.

Surto

O período de incubação do vírus do ebola varia entre dois e 21 dias, segundo a OMS. No entanto, a organização esclarece que não há risco de transmissão durante a incubação e há apenas um risco baixo durante a fase inicial da doença.

"Durante o surto atual, viajantes infectados com ebola atravessaram as fronteiras com países vizinhos e há a possibilidade de que outros casos surjam nesses países vizinhos", afirma a agência de saúde da ONU.

Segundo a OMS, o número de casos do surto atual subiu de 635 em 23 de junho para 759, um aumento de 20%.

O ebola é transmitido pelo contato direto com fluidos corporais da pessoa contaminada.

Os sintomas iniciais incluem fraqueza, dor muscular, dor de cabeça e de garganta, vermelhidão nos olhos - e são seguidos por vômitos, diarreia, coceiras e, em alguns casos, sangramentos.


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