Sete pecados capitais na sua relação com os e-mails

Sete pecados capitais na sua relação com os e-mails
São sete hábitos que podem ser positivos se usados com moderação, mas que são susceptíveis de ter um impacto negativo se não forem abordados corretamente.
[Imagem: Kingston University]

Você fica obcecado em checar seu emails no trabalho ou em casa?

Se você não consegue deixar de olhar sua caixa postal constantemente, e até interrompe outras tarefas para fazer isso, cuidado - sua saúde mental pode estar em risco.

O alerta é da Dra. Emma Russell, da Universidade Kingston, em Londres.

Alertas fantasmas

Embora responder prontamente as mensagens possa ser um sinal de um trabalhador dedicado, também pode significar que você terá dificuldades em se concentrar no trabalho ou "desligar" no fim do dia.

"Alguns trabalhadores se tornaram tão obcecados com e-mails que relataram até mesmo os chamados 'alertas fantasmas', quando acham que seu telefone está vibrando ou tocou a mensagem de e-mail recebido, quando na verdade isso não aconteceu. Outros relatam acreditar que devem segurar fisicamente seus smartphones quando não estão em suas mesas para estarem em contato permanente," esclarece a Dra Russel.

A Dra Russell analisou usuários de e-mail em diferentes empresas para ver quais hábitos positivos e negativos teriam influências em sua vida profissional.

Ela identificou sete hábitos que podem ser positivos se usados com moderação, mas que são susceptíveis de ter um impacto negativo se não forem abordados corretamente.

Sete hábitos/pecados capitais do e-mail:

  • Pingue-pongue - e-mails que vão indo e vindo, crescendo com pequenos comentários do remetente e do destinatário
  • Enviar e-mails a toda hora
  • Enviar e-mails pessoais na empresa
  • Ignorar completamente os e-mails
  • Solicitar confirmações de leitura
  • Responder imediatamente a um alerta de e-mail
  • Usar respostas automatizadas

Segundo a pesquisadora, mesmo as pessoas que acreditam estar usando estratégias para lidar com o e-mail no trabalho se esquecem que esses comportamentos podem ser prejudiciais fora do trabalho - e que as mesmas táticas não valem para pessoas que não trabalham.

"No início da era da conexões discadas, quando ficar online implicava em custos, a maioria das pessoas verificava os e-mails uma vez por dia e os respondia imediatamente," analisa ela.

"Agora, com banda larga e 3G, um número ilimitado de mensagens pode ser transmitido para você via smartphone, em qualquer momento do dia ou da noite. No entanto, muitos de nós não adaptamos nosso comportamento para esse fluxo constante de e-mails," argumenta.


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