Substâncias antimalária descobertas em plantas amazônicas

Bioativas

Estudos realizados por pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) elaboraram mais um importante capítulo na descoberta de novas substâncias capazes de matar os parasitas da malária.

As pesquisas estão desenvolvidas a partir de substâncias bioativas isoladas em mais de 15 espécies de plantas da região amazônica.

Entre as substâncias mais promissoras estudadas pelos pesquisadores está o 4-nerolidilcatecol (4-NC), extraído da Piper peltatum, planta medicinal popularmente conhecida como caapeba-do-norte ou pariparoba, utilizada na forma chá no tratamento da malária, das dificuldades de digestão, infecções no sistema urinário, febre, picadas de inseto, entre outras enfermidades.

Outras espécies de plantas da região com potencial antimalárico estão sendo estudadas, entre elas a carapanaúba (Aspidosperma vargasii), caferana (Picrolemma sprucei), acariquara vermelha (Minquartia guianensis) e andiroba (Carapa guianensis).

Malária

A malária, ou paludismo, é uma doença infecciosa aguda ou crônica causada por protozoários parasitas do gênero Plasmodium, transmitidos pela picada da fêmea infectada do mosquito Anopheles.

O inseto introduz no sistema circulatório do hospedeiro os microrganismos presentes na sua saliva, que se depositam no fígado onde maturam e se reproduzem.


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