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13/02/2026 Para viver mais, pratique vários tipos de exercícios, e não muito de um sóRedação do Diário da Saúde![]()
Para viver, pratique vários esportes ou faça vários tipos de exercícios - mas não precisa ser tudo ao mesmo tempo.[Imagem: Diário da Saúde/Gerado por IA]
Ainda às voltas com a dúvida acerca de qual tipo de exercício físico será melhor para você? Pois saiba que praticar regularmente uma variedade de atividades físicas pode ser a melhor estratégia para prolongar a vida. Contudo, as associações não são lineares, o que significa que não adianta se estressar para tentar fazer exercícios demais. São duas descobertas fundamentais: (1) A variedade de exercícios, em contraposição a simplesmente fazer sempre o mesmo exercício, está ligada a um menor risco de morte, independentemente da quantidade total. (2) Um estilo de vida ativo continua sendo importante por si só. E são conclusões muito bem embasadas: Os dados foram baseados em dois grandes estudos de coorte com avaliações repetidas de atividade física ao longo de mais de 30 anos: o Estudo de Saúde das Enfermeiras (121.700 participantes do sexo feminino) e o Estudo de Acompanhamento de Profissionais de Saúde (51.529 participantes do sexo masculino). Os participantes de ambos os grupos relataram suas características pessoais, histórico médico e informações sobre estilo de vida no momento da inscrição e, posteriormente, a cada dois anos. As informações coletadas incluíram treinamento com pesos ou exercícios de resistência; exercícios de baixa intensidade, como ioga, alongamento e tonificação; outras atividades vigorosas, como cortar a grama; trabalho ao ar livre de intensidade moderada, como manutenção e jardinagem; trabalho ao ar livre de alta intensidade, como cavar e cortar; e lances de escada usados diariamente. ![]() Por que exercícios físicos fazem bem para alguns e não para outros? [Imagem: Ksenia Popova/Pixabay] Não precisar exagerar Os participantes com níveis mais elevados de atividade física total apresentaram menor probabilidade de ter fatores de risco para a saúde, incluindo tabagismo, hipertensão e colesterol alto. Também apresentaram maior probabilidade de ter menor peso (IMC mais baixo), consumir álcool, ter uma alimentação saudável, ser mais integrados socialmente e, claro, praticar uma gama de atividades físicas, e não apenas uma. A atividade física total e a maioria dos tipos individuais de atividade física, com exceção da natação, foram associadas a um menor risco de morte por qualquer causa. No entanto, as associações não foram lineares e, para a atividade física total, estabilizaram-se após atingir 20 horas semanais, sugerindo que pode haver um limiar ideal, afirmam os pesquisadores. Caminhar foi associado ao menor risco de morte, de 17%, para aqueles que caminhavam mais, em comparação com aqueles que caminhavam menos, enquanto subir escadas foi associado a um risco 10% menor. As associações observadas para os outros tipos de atividade física (menos vs. mais) foram as seguintes: Tênis, squash ou raquetebol: risco 15% menor; remo ou calistenia: risco 14% menor; musculação ou exercícios de resistência: risco 13% menor; corrida: risco 13% menor; caminhada: risco 11% menor; e ciclismo: risco 4% menor. Contudo, o troféu vai para uma maior variedade de atividades físicas, que foi associada a um menor risco de morte. Após ajuste para a quantidade, a prática da mais ampla gama de atividades físicas foi associada a uma redução de 19% no risco de morte por todas as causas e a uma redução de 13% a 41% no risco de morte por doenças cardiovasculares, câncer, doenças respiratórias e outras causas. Fonte: Diário da Saúde - www.diariodasaude.com.br URL: A informação disponível neste site é estritamente jornalística, não substituindo o parecer médico profissional. Sempre consulte o seu médico sobre qualquer assunto relativo à sua saúde e aos seus tratamentos e medicamentos. |
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