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19/07/2011

Mirtilos sul-americanos são considerados "super frutas extremas"

Stevenson Swanson
Mirtilos sul-americanos são considerados
Duas espécies de mirtilos silvestres nativos das regiões tropicais da América Central e do Sul contêm de duas a quatro vezes mais antioxidantes do que as blueberries disponíveis no mercado hoje.[Imagem: The New York Botanical Garden]

Super fruta

Cientistas descobriram altos níveis de compostos protetores da saúde e com ação no combate a doenças em duas espécies de mirtilos (blueberries) tropicais.

Atualmente, o título de "super fruta" é de um mirtilo comum no mercado norte- americano, muito consumido durante o verão para o preparo de sucos.

Mas os desafiantes vão manter o título na família, uma vez que as versões da planta agora identificadas nas regiões tropicais das Américas do Sul e Central, são parentes próximos das tradicionais blueberries.

"Super frutas extremas"

Os pesquisadores descobriram que duas espécies de mirtilos silvestres nativas das regiões tropicais da América Central e do Sul contêm de duas a quatro vezes mais antioxidantes do que os mirtilos vendidos nos EUA.

"Ninguém tinha estudado essas frutas. Os resultados são muito promissores," afirmou o professor Edward Kennelly, do Lehman College, que estudou as frutas silvestres juntamente com sua colega Paola Pedraza.

Os cientistas examinaram cinco espécies de mirtilos tropicais. As duas espécies que apresentaram as maiores quantidades de antioxidantes foram Cavendishia grandifolia e Anthopterus wardii.

"Nós consideramos estas duas espécies de mirtilos tropicais como 'super frutas extremas', com grande potencial para beneficiar a saúde humana", disse Kennelly.

Mirtilos silvestres

Os antioxidantes encontrados em frutas e vegetais têm sido associados com a menor incidência de algumas doenças crônicas e capazes de ajudar a proteger contra doenças cardíacas, doenças inflamatórias, tais como doença pulmonar obstrutiva crônica, e até mesmo câncer.

Embora os mirtilos estudados sejam espécies selvagens, que não estão atualmente disponíveis comercialmente, os cientistas acreditam que eles têm potencial para se tornar um alimento popular ou um suplemento alimentar agora que se descobriu o seu alto teor antioxidante.

"Eu acho que é apenas uma questão de tempo até que as pessoas comecem a trabalhar para torná-las disponíveis", disse Pedraza.


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