Ver:

 Temas
 Enfermidades





RSS Diário da Saúde

Twitter do Diário da Saúde

16/04/2013

Anvisa reduz quantidade de iodo no sal de cozinha

Com informações da Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a redução dos limites de iodo adicionado no sal de cozinha.

Segundo a agência reguladora, há indícios de que o consumo excessivo de iodo possa aumentar os casos de tireoidite de Hashimoto, doença autoimune que tem entre seus principais sintomas a fadiga crônica, cansaço fácil e ganho de peso.

A norma atual fixa uma quantidade de iodo entre 20 miligramas (mg) e 60 mg para cada quilo de sal.

Com a nova resolução, a adição de iodo no sal poderá ficar entre 15 mg e 45 mg.

Os limites de adição de iodo no sal recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) ficam entre 20 mg e 40 mg para países em que a população consume uma média de 10 gramas de sal por dia.

Dados do Ministério da Saúde indicam que o brasileiro consome 9,6 gramas de sal diariamente, mas o consumo total pode chegar a 12 gramas quando levado em consideração alimentos processados e consumidos fora de casa.

A medida havia sido antecipada em 2011 (Governo quer reduzir quantidade de iodo no sal de cozinha), quando a Anvisa colocou o assunto em consulta pública.

De acordo com a Anvisa, o processo de iodação do sal é uma medida adotada em todo o mundo com o objetivo de prevenir distúrbios por deficiência de iodo (DDI), que incluem retardo mental grave e irreversível e surdo-mudez em crianças, anomalias congênitas e bócio.


Ver mais notícias sobre os temas:

Alimentação e Nutrição

Dietas e Emagrecimento

Conservação de Alimentos

Ver todos os temas

Mais lidas na semana:

Cientistas dizem ter descoberto cura definitiva para alcoolismo

Vacina contra dengue pode fazer mais mal que bem em alguns locais

Os muitos mitos sobre as Dores nas Costas

Medicamento desenvolvido no Brasil combate origem da hipertensão

Carne vermelha todo dia faz mal? Especificamente que mal?