CNPq lança Rede Malária para incentivar pesquisas sobre a doença

Rede de Pesquisas em Malária

Mais de 500 mil casos de malária são registrados por ano. Diante deste quadro, o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) está reunindo esforços para enfrentar esta doença endêmica. Para isto, o órgão, ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, anunciou a criação da Rede de Pesquisa em Malária no país.

"O CNPq em cooperação com sete Fundações de Amparo à Pesquisa de diferentes estados vai promover um edital conjunto para pesquisa focalizada em malária. Isto incluirá tanto a parte de pesquisa básica, centrada no parasita da malária, no hospedeiro - o homem -, e no vetor - o inseto, quanto pesquisa aplicada, nos aspectos clínicos da doença", disse o presidente do CNPq, Marco Antonio Zago.

Problemas para os cientistas

O lançamento do edital para projetos em rede nos sete estados envolvidos, deverá acontecer no mês de março, com recursos de R$ 15 milhões. "Foram definidos os parâmetros que vão fazer parte desta chamada pública, isto é, os problemas que os cientistas serão chamados a resolver", completou o presidente da agência.

A Comissão é formada por representantes do CNPq, das Fundações de Amparo a Pesquisa do Amazonas (Fapeam), do Pará (Fapespa), Maranhão (Fapema), Minas Gerais (Fapemig), Mato Grosso (Fapemat), São Paulo (Fapesp) e Rio de Janeiro (Faperj), além de representantes do Ministério da Saúde.


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