Esqueleto artificial de silício é nova ferramenta da biônica

Esqueleto artificial de silício integra biológico e eletrônico
As espículas de silício foram criadas por meio de processos químicos, o que é uma grande vantagem na integração com os sistemas biológicos.
[Imagem: Zhiqiang Luo et al. - 10.1126/science.1257278]

Esqueleto artificial

Acaba de ser desenvolvido um novo tipo de técnica para integrar dispositivos médicos ao corpo humano e demais sistemas biológicos.

Usando um material sintético derivado do silício, pesquisadores construíram as primeiras peças de um esqueleto artificial, com enorme potencial de aplicação biomédica.

Apesar da aparência, as espículas de silício não foram feitas por impressão 3D: elas foram criadas por meio de processos químicos, que poderão ser agora utilizados para a criação de estruturas mais complexas e com mais funcionalidades.

"Isto cria a oportunidade para construir eletrônicos otimizados para sensoriamento e estimulação em bio-interfaces," disse Zhiqiang Luo, atualmente na Universidade de Chicago, nos Estados Unidos.

Bioeletrônica

"Um dos maiores obstáculos na área da bioeletrônica e dos implantes é que a interface entre o dispositivo eletrônico e o tecido ou órgão não é robusta," explicou o professor Bozhi Tian, coordenador da equipe e especialista em tecidos ciborgues, que misturam o biológico e o eletrônico.

A expectativa é que as espículas de silício superem esse obstáculo, o que a equipe pretende demonstrar em novos experimentos nos próximos meses.

Fonte: Bioeletrônica: Um esqueleto artificial de silício


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