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27/11/2013

Fiocruz mostra que hospital pode ser agradável e acolhedor

Redação do Diário da Saúde

Hospital não precisa ser um lugar frio e sem graça.

Na verdade, o ambiente pode ser leve, acolhedor e até divertido.

É o que mostrou uma equipe do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira, ligado à Fiocruz, no Rio de Janeiro.

A unidade inaugurou um novo espaço para a realização de exames de diagnóstico por imagem em que o tradicional ambiente frio e sem vida foi transformado em um espaço leve e divertido.

Todo o ambiente foi inspirado na paisagem real vista do lado de fora do Instituto.

Imagens de vida

Fiocruz mostra que hospital pode ser agradável e acolhedor
[Imagem: Fiocruz/Peter Ilicciev]

Paredes coloridas, micos dividindo o espaço com coqueiros e guarda-sóis e uma grande imagem do Pão de Açúcar recriam um ambiente de praia.

O próprio tomógrafo ganhou uma pintura especial, transformando-se em um barco.

Já as salas de raio X simulam o fundo do mar. Nelas, as paredes imitam aquários, com adesivos de peixes e luzes que foram instaladas especialmente para causar esse efeito.

Hospital divertido

Fiocruz mostra que hospital pode ser agradável e acolhedor
[Imagem: Fiocruz/Peter Ilicciev]

Como a maioria do público do setor é infantil, há muito tempo a equipe buscava formas de tornar o ambiente mais agradável e acolhedor.

"Antes a gente falava para a criança 'você vai entrar num túnel', só que ela não tinha essa sensação. Hoje a gente fala 'você vai mergulhar no mar, vai andar de barco', e ela consegue imaginar isso, pois o cenário todo foi feito nesse contexto. Até a sala de espera foi humanizada", afirma a responsável pelo projeto, Márcia Boechat.

"Com a nova ambientação, precisamos de menos tempo para encaminhar o paciente e acomodá-lo para a realização do exame. A satisfação das crianças também é um fator muito positivo, principalmente quando estão internadas e precisam vir ao setor para algum procedimento. Nesses casos, era comum a criança ficar agitada na véspera do exame. Hoje conseguimos evitar esse sentimento," afirmou a física-médica Thainá Olivieri, co-idealizadora da reforma.


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