OMS divulga novo mapa de risco da febre amarela no Brasil

OMS divulga novo mapa de risco da febre amarela no Brasil
As áreas rurais e silvestres de quase todo o Brasil agora são consideradas áreas de risco para contaminação pela febre amarela.
[Imagem: PAHO/OMS]

Mapa de risco da febre amarela

A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu uma nota sobre a febre amarela no Brasil com o objetivo manter o restante do mundo informado sobre a progressão da doença, permitindo que os demais países orientem seus cidadãos, sobretudo aqueles que pretendem vir ao país.

A nota aponta que o risco de transmissão urbana da febre amarela não pode ser descartado e que, embora as autoridades brasileiras estejam tomando as medidas apropriadas para conter esta epidemia, as recomendações de vacinação contra a febre amarela para os viajantes precisam ser atualizadas.

A principal alteração é a revisão das áreas de risco para a transmissão da febre amarela, levando em conta que as autoridades de saúde dos estados da Bahia e do Espírito Santo também revisaram suas áreas de risco para a transmissão da doença.

"As novas áreas consideradas de risco para a transmissão da febre amarela, ilustradas no mapa abaixo, representam a primeira etapa preliminar e cautelar de um processo dinâmico de avaliação de risco que, à medida que a situação epidemiológica evolui, continuará a ser refinado em conjunto pelo Secretariado da OMS, Ministério da Saúde do Brasil e pelo GRYF (Grupo Consultivo Científico e Técnico sobre Mapeamento Geográfico do Risco de Febre Amarela)," diz a nota da OMS.

Medidas preventivas

O Secretariado da OMS não recomenda qualquer restrição geral de viagens e comércio com o Brasil com base nas informações atualmente disponíveis sobre esse evento.

A OMS incentiva orienta os viajantes que planejam visitar áreas de risco para a transmissão da febre amarela no Brasil a tomarem as seguintes medidas preventivas:

  • Vacinação contra febre amarela pelo menos dez dias antes de viajar.
  • Observar as medidas para evitar picadas de mosquitos.
  • Conscientização sobre os sinais e sintomas da febre amarela.
  • A promoção de um comportamento de procura dos cuidados de saúde durante o deslocamento e regresso de uma zona de risco para a transmissão da febre amarela, especialmente para um país onde é possível estabelecer um ciclo de transmissão local (isto é, onde o vetor está presente).


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