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21/11/2012

Monitor de sinais vitais fica do tamanho de um selo postal

Redação do Diário da Saúde
Monitor de sinais vitais fica do tamanho de um selo postal
O monitor de sinais vitais mede frequência cardíaca, taxa respiratória, eletrocardiograma, eletroencefalograma, temperatura, nível de transpiração e respostas elétricas da pele.[Imagem: OSU]

Monitor miniaturizado

A miniaturização chegou de vez aos instrumentos médicos.

Um sistema completo de monitoramento dos sinais vitais de um paciente acaba de ser transformado em um circuito eletrônico pouco maior do que um selo postal.

Os pesquisadores afirmam que ele é tão pequeno e leve que poderá ser incorporado em uma bandagem, monitorando o paciente ou esportista de forma totalmente não-invasiva.

O aparelho foi patenteado pela Universidade do Estado de Oregon (EUA) e está pronto para as primeiras avaliações clínicas.

UTI em um chip

O monitor de sinais vitais pode ser adaptado para virtualmente quaisquer situações para as quais exista um sensor capaz de detectar um sinal no corpo humano.

Primariamente ele mede frequência cardíaca, taxa respiratória, eletrocardiograma, eletroencefalograma, temperatura, nível de transpiração e respostas elétricas da pele.

Isso o torna capaz de detectar desde o risco de fibrilação arterial até o surgimento de infecções e de sinais de demência.

"A tecnologia atual permite medir todos esses sinais corporais usando equipamentos enormes e caros," disse Patrick Chiang, um dos criadores da "UTI em um chip".

"O que nós fizemos foi integrar esses grandes componentes em um único microchip. Nós agora podemos fazer medições biomédicas importantes de forma portátil, rotineira, conveniente e barata," completou.

Regimes para perda de peso

O "chip da saúde", como os pesquisadores o chamam, poderá ser usado em conjunto com celulares ou outros equipamentos de comunicação sem fios.

Outra possibilidade é a eliminação das baterias que o chip usa para funcionar. Como ele consome pouca energia, é possível alimentá-lo com nanogeradores, que transformam em eletricidade o calor do corpo ou o movimento físico.

"Ao reduzir dramaticamente o tamanho, o peso e o custo desses dispositivos, eles abrem novas possibilidades para o tratamento médico, monitoramento da saúde, prevenção de doenças, regimes para perda de peso e outros campos," disse Chiang.


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