Mulheres de classe A lideram busca por tratamento contra alcoolismo

Alcoolismo entre ricos

A Secretaria de Estado da Saúde acaba de fechar um levantamento que aponta uma mudança no perfil das mulheres que têm buscado tratamento contra o alcoolismo na rede pública de saúde. Agora, elas têm em média 43 anos, recebem acima de 15 salários mínimos e possuem diploma universitário.

Em 2008, 478 pacientes das classes A e B foram atendidas em todo Estado para se livrarem do vício do alcoolismo. Já em 2006, 371 mulheres com esse perfil haviam buscado o tratamento. O crescimento no período foi de 22,3%.

Problema duplo

"As mulheres possuem maior dificuldade em procurar esse tipo de tratamento para o alcoolismo. Pode ser pelo estigma com que a sociedade olha para as pessoas que sofrem com essa doença ou pela falta de informação de onde procurar, mas esses dados revelam que há uma mudança de comportamento e isso é muito positivo", afirma a diretora do Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas, Luizemir Lago.

Ao todo, anualmente, cerca de 3.000 mulheres procuram deixar o vício do álcool. O Estado de São Paulo conta com uma rede de 47 CAP`s (Centros de Atenção Psicossociais) Álcool.


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