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26/08/2012

Pré-Natal do Homem será ampliado para 190 cidades

Com informações da Agência Brasil

Gestantes com DSTs

O Programa Pré-Natal do Homem, que atende parceiros sexuais de gestantes com sífilis ou HIV e funciona desde 2007 em 45 cidades paulistas, será ampliado para 190 municípios até 2014.

A ideia é reduzir a transmissão vertical (de mãe para filho) e atrair mais homens para cuidarem da própria saúde ao mesmo tempo em que as parceiras fazem o acompanhamento da gravidez.

Embora se saiba que participar do pré-natal feminino seja fonte de felicidade para os homens, a ideia do Ministério da Saúde de criar o pré-natal masculino, é incentivar os homens a realizarem exames preventivos.

Pré-natal do pai

Na primeira consulta do pré-natal, a grávida deve levar os resultados dos exames, enquanto seu parceiro é convidado a comparecer para um atendimento individual.

Na consulta masculina, serão oferecidos exames para sífilis e HIV, além de orientações sobre o risco e a prevenção das doenças sexualmente transmissíveis (DST), as práticas sexuais seguras e a saúde do bebê.

De acordo com Patrícia Marques, psicóloga da Área de Prevenção do Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids do Estado de São Paulo, essa é uma

A proposta é reduzir a transmissão da sífilis e do HIV para o bebê, pois se a mãe e o seu parceiro (não necessariamente o pai) não fizerem o tratamento, há grandes riscos de a criança nascer com as doenças.

Sífilis

A sífilis congênita pode provocar aborto, má-formação ou morte do bebê, além de sequelas como cegueira, surdez e deficiência mental.

O tratamento simultâneo é necessário porque se só a mãe tiver esse cuidado, e ao longo da gravidez mantiver relações sexuais com o parceiro infectado, pode ser reinfectada no caso da sífilis e ter a carga viral aumentada no caso do HIV.

Quando tanto a mãe quanto o parceiro sexual tem o HIV, o ideal é que sempre usem preservativos porque o vírus é mutagênico (todo agente físico, químico ou biológico que, em contato com as células, pode causar mutação).

Além disso, o vírus da mãe pode não ser igual ao do parceiro, o que obriga cada um a ter um esquema de tratamento.


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