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música cérebro
Compreender esse ritmo pode ajudar a interpretar melhor a sinalização animal e o comportamento social em diferentes espécies, humanos incluídos. Leia mais.
O cérebro reativa memórias mesmo quando não conseguimos evocá-las, sugerindo que o cérebro se lembra mesmo que nós não nos lembremos. Leia mais.
A linguagem molda nossa percepção do tempo, um fenômeno chamado "Efeito Ano-Duração". Os marqueteiros sabem disso, e o utilizam a favor deles. Leia mais.
Mas a maneira a música da IA é processada pelo cérebro difere em termos de carga mental e mecanismos de interpretação emocional. Leia mais.
Emoções são parte intrínseca das nossas vidas, mas os cientistas ainda não sabem lidar bem com elas. Leia mais.
Essas ondas cerebrais aparecem sobretudo quando estamos envolvidos em tarefas mentalmente exigentes ou quando precisamos nos controlar emocionalmente. Leia mais.
Nossos cérebros e corpos não apenas compreendem a música, como também ressoam fisicamente com ela. Leia mais.
Ao nascer, os bebês de mães bilíngues são mais sensíveis a uma gama mais ampla de variações acústicas da fala. Leia mais.
Os resultados destacam a importância da coordenação mental, revelando que uma ideia muito comum no meio científico é um equívoco. Leia mais.
As diferentes emoções são representadas no cérebro independentemente da experiência e das modalidades sensoriais, como ver e ouvir. Leia mais.
Nossos cérebros parecem ter sua própria "fiação" para aprender mais com pessoas de quem gostamos e menos de quem não gostamos. Leia mais.
Neurocientistas conseguiram reproduzir a música Another Brick in the Wall usando as ondas cerebrais do paciente. Leia mais.
"Intervenções para ouvir música são como medicamentos de venda livre: Você não precisa de um médico para prescrevê-los." Leia mais.
Os padrões oscilatórios do cérebro assemelham-se aos modos de ressonância dos instrumentos musicais. Leia mais.
As melhorias multissensoriais se estenderam além das habilidades musicais, melhorando o processamento audiovisual. Leia mais.
"O córtex auditivo parece sinalizar não o que foi ouvido, mas se o que foi ouvido corresponde ou viola as expectativas." Leia mais.
Uma nova teoria da consciência propõe que agimos sempre inconscientemente - e depois ficamos conscientes disso. Leia mais.
A maneira como experimentamos a música e a fala é bem diferente do que a ciência propunha até agora. Leia mais.
Os humanos têm feito música ao longo de toda a história, mas os cientistas não se dão por convencidos. Leia mais.
Essas músicas podem de fato ter um efeito psicoativo no cérebro e estarem sendo usadas como drogas digitais. Leia mais.
O campo elétrico geral se impõe aos neurônios como o maestro de uma orquestra, onde cada neurônio é um músico individual. Leia mais.
Esta é a primeira evidência neurocientífica de que o tão procurado fluxo da equipe tem uma assinatura cerebral distinta. Leia mais.
Seja ouvindo um concerto de Bach ou as últimas músicas pop no Spotify, o cérebro humano não espera passivamente que a música se desenrole. Leia mais.
A descoberta mostra que fazer pequenas pausas na prática ou treinamento de uma nova habilidade é essencial para o aprendizado. Leia mais.
A musicoterapia neurológica é o uso clínico e baseado em evidências de intervenções musicais por um profissional credenciado. Leia mais.
"Nós realmente descobrimos que os astrócitos são os maestros que orquestram as notas que compõem a música do cérebro." Leia mais.
Não é apenas ouvir ou se movimentar. É uma ligação entre o ritmo cerebral e o ritmo auditivo. Leia mais.
As ondas alfa oscilam entre 8 e 14 Hz, com a frequência de pico variando de pessoa para pessoa. Leia mais.
Quase metade de todos os casos de demência poderiam ser evitados ou retardados com a adoção de 12 medidas de prevenção. Leia mais.
Não se mover ao ouvir uma música dançante é quase impossível - se você conseguir, ganha o campeonato norueguês de ficar parado. Leia mais.
É um passo importante rumo a dispositivos neuroprotéticos que substituam neurônios danificados e próteses biônicas ligadas diretamente ao corpo. Leia mais.
Criatividade depende tanto do lado direito quanto do esquerdo do cérebro - a diferença está na experiência. Leia mais.
Cada pessoa tem uma assinatura de movimento única que permanece a mesma, independentemente do tipo de música que estiver tocando. Leia mais.
O mapeamento dessas emoções gerou uma ferramenta que permite que a pessoa escolha não a música, mas a emoção que deseja sentir. Leia mais.
Isso pode levar a novas estratégias para o tratamento de distúrbios que levam a pessoa a "travar", como transtorno obsessivo-compulsivo, ansiedade e depressão. Leia mais.
A descoberta abre novas perspectivas para o tratamento de distúrbios de atenção e de comunicação, incluindo o autismo. Leia mais.
Quase 1,1 bilhão de pessoas correm o risco de sofrer perda auditiva devido à exposição prolongada e excessiva a sons altos. Leia mais.
A ciência já pode ajudar a encontrar a felicidade, garante um professor que ministra cursos sobre felicidade. Leia mais.
As melhorias foram aferidas em idosos diagnosticados com declínio cognitivo leve, considerado um estágio pré-clínico do Alzheimer. Leia mais.
A comunicação intercelular parece ter um vocabulário bem mais complexo do que os cientistas calculavam. Leia mais.
A afeição do cérebro pela música é maior do que se supunha - e ele gosta de percussão. Leia mais.
O mecanismo até agora desconhecido explica o vínculo entre os sons e o desenvolvimento das funções cognitivas dos bebês. Leia mais.
Neurocientistas sintonizaram o cérebro para que a pessoa goste ou não de uma determinada música. Leia mais.
A mensagem mais importante é que os benefícios são diferentes para cada prática. Leia mais.
Ficar no mundo da lua tem sido considerado o inimigo número um da concentração - mas isso nem sempre é verdade. Leia mais.
A música feliz apenas melhorou o pensamento divergente, mostrando que diferentes trabalhos exigem diferentes abordagens. Leia mais.
O cérebro pode se rearranjar de tal maneira que a percepção visual simplesmente muda de uma área para outra. Leia mais.
Usar um "apoio musical" para aprender uma tarefa física pode desenvolver significativamente uma parte importante do cérebro. Leia mais.
Uma vibração simples, pulsante, lembrando os batimentos cardíacos, consegue reduzir significativamente o estresse. Leia mais.
A redução no limiar de atenção dos jovens parece ser a responsável por uma mudança dramática na estrutura das músicas mais tocadas. Leia mais.
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