Todos usamos nossos celulares usando uma Lei de Potência das preferências

Todos usamos nossos celulares usando uma
Surpreendidos pelo resultado intrigante, a equipe agora irá analisar como a troca de um aplicativo para outro pode estar relacionada ao vício ou ao humor.
[Imagem: Cortesia Cardiff University]

Lei de Potência

Independentemente de nacionalidade, gênero, idade ou qualquer outro critério, as pessoas seguem um padrão universal quando acessam aplicativos em seus celulares.

Foi o que revelou o trabalho da equipe do professor Liam Turner, da Universidade Cardiff (Reino Unido), descrito em um artigo publicado na revista Royal Society Open Science.

Embora gastemos uma quantidade variável de tempo colados em nossas telinhas, a maneira pela qual alternamos especificamente entre nossos diferentes aplicativos é notavelmente semelhante - em qualquer parte do mundo.

A equipe constatou que o uso dos smartphones segue uma "lei de potência", na qual nosso segundo aplicativo preferido é cerca de 73% tão preferido quanto o primeiro, e o terceiro tem similares 73% de preferência em relação ao segundo e assim por diante. À medida que os aplicativos se tornam menos preferenciais, a porcentagem de similaridade entre sua preferência aumenta gradualmente.

Preferências e mergulhos

Assim que desbloqueamos nossos telefones, tipicamente entramos em um padrão único de eventos no qual acessamos um núcleo com nossos aplicativos preferidos e, ocasionalmente, alternamos entre um grupo muito maior de aplicativos igualmente "secundários" do ponto de vista de nossas preferências.

A equipe acredita que esse padrão é governado pelas limitações cognitivas do cérebro humano e pela incapacidade de lembrar de todos os aplicativos que estão em nossos telefones.

"Acreditamos que as pressões do tempo e da memória influenciam os resultados que estamos vendo - nós podemos lembrar e usar alguns poucos aplicativos populares, como aqueles que estão incorporados aos hábitos, e há uma longa cauda de aplicativos menos populares nos quais mergulhamos e emergimos de vez em quando," disse o professor Roger Whitaker, membro da equipe.

Surpreendidos pelo resultado intrigante, a equipe agora irá analisar como a troca de um aplicativo para outro pode estar relacionada ao vício ou ao humor.


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